Edição impressa
Ver capas anteriores
Eis o meu espanto quando, ao embarcar no ‘Niassa', estava lá a minha mulher, pronta para ir comigo para a guerra de Angola. (...)
Logo à chegada, no aeroporto, vi os corpos de sete paraquedistas embrulhados em lençóis brancos à espera de embarque
Arrancámos às cinco da manhã com três mortos, cobertos com panos de tenda. levámos cinco ou seis horas para voltar e estavam 50 (...)
Numa emboscada, o inimigo fez vários mortos e levou um rádio que, depois, conseguimos trocar por brandy. Negociámos diamantes.
“Deixámos camaradas sepultados em aldeias”
“O problema era quando íamos em coluna”
“Estavam enterrados com as mãos de fora”
“Os militares feridos ficavam num barracão”
“O nosso objectivo era ‘salvar a pele’”
“Camaradas mortos incitavam a continuar”
“Vivemos o pior e aprendemos o melhor”
“Em Luanda não controlávamos a situação”
“Arrastei-me até ao quartel para me salvar”
“O corpo veio numa caixa de sapatos”
Página
Nacionais
Comentários (0)
A Ferver
Nacionais: “As pessoas querem viver de outra forma e reclamam essa liberdade”
Maria de Medeiros protagoniza peça sobre tolerância para com opções sexuais
Internacionais: Mariah Carey traída pelo vestido
Durante direto para programa de televisão
24 Maio 2013
Ampliar imagem
As longas viagens de carro com os miúdos podem tornar-se uma grande dor de cabeça para os pais.
Veja as sugestões que o Correio da Manhã lhe deixa para ter uma viagem divertida, calma e chegue ao destino como uma verdadeira família feliz.
ver todas