
A voz da Razão
Faz de conta
José Sócrates perdeu a maioria absoluta. Sobra--lhe a certeza absoluta: diga o que disser, a oposição não está interessada em suicidar-se, abatendo em peso um governo recentemente eleito. A situação, de uma hipocrisia salvífica, permite um equilíbrio de farsa onde todos cumprem o seu papel.O engº Sócrates, com voz grossa e decidida, retoma o programa eleitoral, apresenta-o no Parlamento e, lamentando a ausência de parceiros, atira um ‘deixem-nos trabalhar’ pungente e solitário. A oposição não se assusta com o tom e acusa o governo de falsos convites, falsos diálogos. E de um velho autoritarismo. A ‘discussão’ do programa não foi uma ‘discussão’; foi um número de teatro a que todos deram o seu calculado contributo. Só com o tempo, e a crise, e a necessidade de negociação dura, as máscaras de hoje vão cair uma a uma.
João Pereira Coutinho, Colunista
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Estilo convencido e inchado vai esvaziar como um balão. Versão nº 2 (piorada) do pântano PS. Impunemente. Guterres II.
O PSD, se fôr inteligente deita este governo abaixo quando ele fôr fortemente impopular, o que não vai durar muito tempo
Mais do mesmo. E eu a pensar que tinha metido o passaporte na mala e bazado daqui.
TUDO TEATRO! ENTRETANTO, QUEM FICOU SEM EMPREGO EM 2007, FOI ROUBADA E NUNCA TEVE SU. DE DESEMPREGO! LADRÕES, SÓ LADRÕES
A politica de arrogancia do PM tem como alavanca a proxima maioria absoluta nas eleiçoes previstas para bem breve.
que não foi muito visual não foi. oradores top de retorica nom-stop e a peça num tom elevado a superar o limite, teatro