Opinião
Constança Cunha e Sá, Jornalista
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22 Agosto 2009 - 00h30

Ver Claro

Ataque à Defesa

O actual tipo de evolução do sector e do seu principal player (Grupo Empordef) abre portas a uma recomposição do mapa das indústrias de Defesa e a uma nova partilha do mercado, da construção naval (em profunda crise) ao espacial e às sensíveis e estratégicas engenharias de software...

JOAQUIM COIMBRA

Depois dos "genéricos", a segurança de comunicações e redes... Uma das empresas do seu grupo familiar é líder absoluto do segmento e a única certificada pela ANS. Só os negócios "políticos" e bancários (BPN e BPP), em que foi embrulhado, parecem correr mal ao empresário.

A CIBERSEGURANÇA

elevada a prioridade nacional por vários estados europeus permitiu já à França de Sarkozy transformar uma vulnerabilidade numa vantagem tecnológica, económica e estratégica.

MAL JOGADO

A Critical Software parece ter falhado todos os seus timings no take-over (fundamental para a sua consolidação) à Edisoft e outras "tecnológicas" da Defesa.

ECONOMIA E DEFESA

"Investir na Defesa é investir na I&D de ponta e defender os 330 mil empregos das suas indústrias", assim explica o ministro francês a "prioridade à Defesa"... Por cá, o seu homólogo gasta-se e agasta-se em estórias de sargentos e agentes imobiliários. Diferenças...




José Mateus, Consultor de Inteligência Competitiva (verclaro.jm@gmail.com)
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