Hoje discute-se a oposição a uma providência cautelar que nos retirou a plenitude da liberdade de expressão, fundamentada em vários atropelos da verdade. Dizem em providência que um livro escrito por mim foi o culpado pelo insucesso das buscas pela criança desaparecida. Falar verdade seria questionar o trabalho das empresas de detectives privados, contratados desde os primeiros dias da investigação e que se pode considerar desastroso.
Falar verdade seria dizer que à data da publicação do livro, Julho de 2008, já as empresas de detectives trabalhavam no caso há largos meses. Falar verdade seria dizer que no Natal de 2007 eu era um polícia no activo, enxovalhado e difamado pelo staff de apoio dos pais da criança desaparecida. Falar verdade é esclarecer que para readquirir a plenitude da minha liberdade de expressão tive de me aposentar da PJ, porque só assim me podia defender.
Deve um grande desgosto! Acredito mais na justiça Divina, que na dos homens e ela hà-de acontecer. Tenha fé, não desista