Iinvestigação dirigida pelo Ministério Público e executada pela Polícia Judiciária
Burlão informático fica em prisão preventiva
Um arguido ficou em prisão preventiva por "fortes indícios" da prática dos crimes de burla informática e de contrafacção de título equiparado a moeda, no âmbito de uma investigação dirigida pelo Ministério Público e executada pela Polícia Judiciária (PJ).
Conforme adianta a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PDGL), dos indícios recolhidos resultou a localização do IP (endereço electrónico) correspondente à morada onde o arguido praticava os factos, fazendo aquisições através da internet, cujos pagamentos fraudulentos eram feitos com a introdução de dados de cartões de crédito alheios, contrafeitos.
Das apreensões e exames realizados nos autos - prossegue a PGDL - resultou que o arguido detinha, e usou para pagamentos de serviços no valor de 1.594 euros, dois cartões de crédito contrafeitos, tendo ainda efectuado diversas remessas de dinheiro para o Brasil, no valor total de 4.191 euros, todas realizadas em Novembro e Dezembro de 2011.
Foram-lhe ainda apreendidos elementos de identificação pessoal e bancária de terceiros, os quais "utilizava na prática deste tipo de criminalidade, com recurso a cartões bancários verdadeiros".
O computador do arguido detinha um programa de "software" para a gravação de bandas magnéticas de cartões bancários, que permitia a sua contrafacção, assim como para a gravação de dados de diversos cartões bancários (de débito e crédito), titulados por terceiros, emitidos por entidades bancárias estrangeiras.
A investigação envolveu a Unidade Nacional Combate à Corrupção da PJ.
não entendo fica em prisão preventiva por meros valores de 4.191 euros... outros bem conhecidos do nosso povo desviam MILHOES e são ilibados por "falta de provas". Cada vez mais decepcionado sinceramente...