Guilherme Silva é mais a favor do referendoReferendo gera debate
PSD dividido sobre casamento entre homossexuais
O casamento entre homossexuais divide o PSD. Há quem defenda um referendo em toda e qualquer circunstância e há quem admita que se se excluir a questão da adopção, pode-se avançar com o projecto-lei para consagrar a união civil registada. O assunto ainda não foi abordado na direcção do partido, mas amanhã o tema pode vir a ser aflorado durante a comissão permanente social-democrata.Jorge Bacelar Gouveia, que participa quarta-feira num colóquio sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo promovido pela plataforma Cidadania e Casamento, foi o primeiro deputado eleito pelo PSD a defender um referendo há cerca de duas semanas. Na semana seguinte foi a vez do deputado e ex-líder do CDS-PP, José Ribeiro e Castro. Santana Lopes, ex-líder do PSD, já defendeu a consulta popular.
Ao CM, o vice-presidente da Assembleia da República, o social-democrata Guilherme Silva, afirma que a sua posição 'vai mais no sentido de um referendo'.
O líder da JSD, Pedro Rodrigues, tem defendido a união civil registada desde que seja liminarmente excluída a adopção.
Entretanto, a plataforma Cidadania e Casamento, já constituída, propõe a pergunta a referendar: 'Concorda que o casamento possa ser celebrado entre pessoas do mesmo sexo?'. Para o efeito é necessário que se reúnam 75 mil assinaturas. A iniciativa tem como protagonistas o ex-deputado social-democrata António Pinheiro Torres.
O PS, recorde-se, já recusou a hipótese de referendar o casamento entre homossexuais e tem a sua legalização no programa de Governo ao contrário, por exemplo, do PSD.
A nível internacional a prática referendária do casamento entre pessoas do mesmo sexo, tem sido utilizada nos Estados Unidos da América. A última consulta foi realizada no Maine e o resultado foi negativo para quem defendia legalização do casamento entre homossexuais num país em que trinta e um estados recusaram a sua legalização. Já Vermont e New Hampshire foram alguns dos estados federados que aprovaram o casamento entre homossexuais e sem a consulta popular.
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Já agora podemos também começar a pensar em casamentos multiplos com duas ou três esposas. Seria giro.
Porquê "casamento" ? Porque não "contrato civil" com direitos e deveres legalmente reconhecidos
Eu defendo que todos os interessados neste tipo de casamento,que tenham ajuda psiquica,e acompanhamento social,Grátis.
Sendo assim legalizem as prostitutas, será mais importante, assim fazem os descontos como qualquer cidadão.
Que grande treta, com tanta coisa importante neste país por resolver:emprego,saúde,educação,idosos,crianças,só para rir.
O PSD TEM É QUE EXIJIR A ALTERAÇÃO AO CÓDIGO PENAL, QUE A JUSTIÇA SEJA "JUSTA", ETC.......
União civil registada faz sentido. "Casamento civil" é adulterar um contrato que tem as suas especificidades.
Com tantos problemas que o Pais tem, e estão preocupados com isto.
SE TÊM LIBERDADE PARA QUÊ CASAMENTO? TANTO PARA DISCUTIR: SEGURANÇA JUSTIÇA SAÚDE DESEMPREGO EDUCAÇÃO O RESTO..
Proibir o casamento homossexual é uma atitude anti-democrática e um acto de egoísmo tremendo. Pensem nisso.