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  • Diretor: Octávio Ribeiro
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Reportagem CM

Venham mais quatro de uma assentada

Vivem na casa dos pais dela, em Lomba Amarante. No núcleo familiar entram apenas os salários dos dois homens, sogro e genro, e de um momento para o outro chegam mais quatro pimpolhos, nascidos na Maternidade Júlio Dinis, no Porto, onde ainda se encontram sob vigilância.

  • 17 de Novembro 2007, 00h00
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  • Comentários (15)

Por:Luís Lopes / Cristina Serra / A.P. / J.S.

 

O primeiro foi o Francisco, o mais levezinho. O irmão Nuno tardou apenas três minutos. Mais um minuto e foi a vez da Margarida – e bem teve esta que se apressar pois a irmã Beatriz já se aprontava para nascer. Em quatro minutos a mãe Margarida, de 22 anos, tinha os seus quatro pimpolhos, que há 30 semanas menos dois dias ansiava por conhecer pessoalmente.
Os quadrigémeos só vão poder ir para casa em Dezembro, quando as vulnerabilidades estiverem controladas e os médicos entenderem que possuem arcaboiço para enfrentar os invisíveis e ameaçadores exércitos de bactérias e micróbios. O pai, Jorge Almeida, auxiliar de vigilância médica no Hospital de S. Gonçalo, em Amarante, só anseia em recebê-los, apesar das dificuldades que adivinha virem a caminho.
“Quando soube que eram quatro não me assustei. A minha preocupação foi que ela estivesse bem”, conta Jorge.
Margarida ficou a saber que estava grávida de quadrigémeos quando foi ao Hospital de Penafiel, depois de se ter sentido mal. Submetida a um exame, recebeu a notícia com franca felicidade, por isso se apressou a dar a notícia à mãe, que a acompanhara ao hospital.
GÉMEOS NA FAMÍLIA
“Sabes quantos vou ter? perguntou. A mãe, conhecedora do historial de gémeos na família, ela própria nasceu com uma irmã gémea que morreu aos nove meses (“de meningite, sabe, naquela altura a gente nem conhecia a doença”, desabafa) e mãe das gémeas Margarida e Maria Alice, que tomou o nome da mãe – uma outra filha, mais velha, está na Alemanha e já é mãe de um casal, não gémeo –, calculou que fossem dois, mas diante da excitação da filha passou-lhe pela cabeça que fossem três. “Quatro!”, sentenciou Margarida, buscando a reacção da mãe. “Ai, Nossa Senhora de Fátima, tantos?”, deixou sair. “Estás preocupada? São meus e estou contente”, resolveu Margarida. E Maria Alice logo abraçou a filha, feliz com a imagem de quatro netinhos vivaços a puxarem-lhe pela saia.
A reacção do pai de Margarida, Armando Leite, carpinteiro numa empresa de Padronelo, Amarante, foi bem mais pragmática, quando nesse dia a mulher lhe telefonou a dar a notícia. “Quatro? É bom, são dois para ela e dois para nós”, atirou, de pronto. E foi ele quem telefonou ao genro, que àquela hora andava a dar de comer ao gado. É que para além de funcionário no Hospital de Amarante, Jorge ajuda os sogros na quinta que há coisa de um ano passaram a explorar, na Lomba, na esperança de ajudar às despesas da família. “Dá-nos o feijão, a batata, cebola, enfim, o que vem para a nossa mesa e que, em sobrando, sempre podemos vender, como acontece com os porcos que matamos ou com a lenha que colhemos”.
Na verdade a família faz grande ginástica orçamental para enfrentar o dia-a-dia. Agora, com a vinda de mais quatro bocas, não há orçamento que resista.
Para complicar a situação, Jorge Almeida passa por alguns problemas laborais no hospital. Há uns meses retiraram-no do serviço de vigilância ou portaria e passaram-no para a limpeza. Para além do resto, foram à vida quase cem euros dos turnos, limitando-se o ordenado, agora, a menos de 500 euros. “Devo-o à incompreensão dos meus chefes, mas que posso eu fazer?”, desabafa.
Para além destas dificuldades ditadas pelo facto de só os homens terem salário, tanto Margarida como os pais sofrem de problemas de saúde. O reumatismo de Margarida – que já foi operada aos joelhos – chega a ser desesperante e só os tratamentos de acupunctura que a levam a Trancoso duas a três vezes por ano a conseguem aliviar.
“A minha filha sofre muito e eu por vezes fico quase incapacitada de me mover, pois tenho três hérnias discais. Como o meu marido também padece das costas, quando vamos a Trancoso os tratamentos são a triplicar, mais o dinheiro da viagem”, conta Maria Alice.
Na casa da Lomba, já está um quartinho preparado para acolher os quadrigémeos.
Já lá estão as quatro caminhas e respectivos colchões oferecidos por uma empresa de S. João da Madeira, a Pueri.
Uma outra empresa daquele concelho ofereceu dois carrinhos de bebé, duplos, e uma outra, de Cete, Paredes, a Abilex, ofereceu fatinhos para o quarteto.
AJUDAS
As ajudas são mais do que bem-vindas porque quando os novos quatro inquilinos chegarem a situação vai complicar-se. “Amor para lhes dar temos de sobra, mas não temos vergonha de dizer que as dificuldades são muitas”, assume Margarida. Algumas marcas multinacionais chegaram a manifestar disponibilidade para ajudar a família quando os bebés nasceram e a notícia foi alvo de uma reportagem televisiva. Todavia, decorridas estas semanas, Margarida não recebeu qualquer outra notícia sobre essas ajudas.
Os nomes das crianças foram escolhidos por Margarida. “Nomes é com ela”, atira Jorge, com a descoroçoante explicação: “Afinal ela é que vai chamar por eles!” Sente que a justificação não saiu como devia e apressa-se a acrescentar: “Mas claro que vou acompanhar os meus filhos logo que cheguem a casa.”
"CADA DIA É UMA VITÓRIA E AMANHÃ JÁ É OUTRO DIA"
José Pombeiro, director de Pediatria da Maternidade Júlio Dinis, está optimista relativamente à evolução do estado dos quatro gémeos, mas assume que a multiplicidade de factores nem sempre controláveis pelos médicos pode ditar avanços e recuos aos quais é preciso dar resposta. “Num serviço de neonatologia como este não podemos embandeirar em arco e precisamos de passar essa mensagem aos pais, porque é fundamental que eles estejam cientes dos riscos que os bebés correm”, diz o médico.
Francisco, Nuno, Margarida e Beatriz poderão sair da maternidade dentro de cerca de cinco semanas, quando atingirem os dois quilogramas de peso. “Quando nascem com pouco mais de um quilograma a vulnerabilidade a infecções é grande, pelo que são precisos muitos cuidados. Aqui, temos de assumir que cada dia decorrido é um dia vitorioso, mas amanhã é já outro dia”, resume José Pombeiro.
"OS PARTOS PODEM AUMENTAR PARA 3000", Francisco George, director-geral da Saúde e médico de saúde pública
Correio da Manhã – O aumento do apoio do Estado ao casais que recorrem à procriação medicamente assistida, anunciado pelo Governo, pode fazer crescer o número dos pedidos de tratamento contra a infertilidade?
Francisco George – Está demonstrada a relação entre os subsídios do Estado com os casos de tratamento. Espera-se que os novos apoios também motivem os casais que têm problemas e procurarem terapêutica.
– Qual a estimativa que tem face ao aumento da procura de tratamento?
– A taxa de nascimento por procriação medicamento assistida, no nosso país, é de 0,7 por cento, o que corresponde ao nascimento de 700 crianças [nascem em média cerca de cem mil crianças por ano em Portugal]. Pensamos que essa taxa pode subir para os três por cento, ou seja, o número de partos pode ascender aos três mil por ano.
– Anunciou que a evolução na área das técnicas utilizadas na procriação medicamente assistidas iria fazer baixar o número de gémeos nascidos em Portugal através desse recurso. Essa situação já ocorre?
– As gravidezes multigemilares devem ser evitadas porque as crianças têm muito pouco peso ao nascer, o que representa problemas devido à [insuficiente] formação dos órgãos, o que coloca em risco as suas vida. As normas passam por evitar as gravidezes multigemilares, de três ou mais gémeos.
CINCO GÉMEAS RUSSAS NASCEM EM INGLATERRA
Uma mulher russa, de 29 anos, deu à luz cinco gémeos, num hospital em Londres, contrariando as indicações médicas que sugeriam o aborto de uns para salvar outros. As cinco bebés nasceram no sábado e, segundo responsáveis do Hospital John Radcliffe, em Oxford, estão de óptima saúde.
A professora de música, cujo nome continua em segredo, realizou um tratamento de fertilidade, aumentando assim as possibilidade de múltiplos nascimentos. Os médicos russos alertaram para os riscos de os fetos não resistirem ao parto, sugerindo a supressão de alguns. No entanto, devido a fortes convicções religiosas, o casal recusou a proposta, procurando uma segunda oportunidade em Inglaterra, com apoio financeiro de um grupo de filantropos.
No hospital, uma equipa de 18 médicos e enfermeiros conseguiu salvar as cinco bebés, que nasceram de cesariana. “Estou muito satisfeito por ajudar esta família. A mãe está a recuperar lindamente e as bebés estão óptimas”, afirmou Lawrence Impey, especialista em gravidezes de alto risco no Hospital John Radcliffe, dando conta de que a bebé mais pesada não chega a um quilo.
As hipóteses de sobrevivência nestes casos são muito reduzidas – as chances de ter quíntuplos concebidos de forma natural são de uma em 65 milhões.
OUTROS CASOS DE FAMÍLIAS QUE SE MULTIPLICARAM DE UM DIA PARA O OUTRO
FANGUEIRO VIVE "FASE FANTÁSTICA"
Cuidar de quatro filhos gémeos não é tarefa fácil. Longe disso. “São muitos trabalhos ao mesmo tempo”, reconhece Carlos Fangueiro, jogador de futebol actualmente ao serviço do Vizela e a residir em Matosinhos, que há quatro anos foi pai de três raparigas e um rapaz. Mas salvaguarda que “já foi pior. Os primeiros sete a oito meses são terríveis: dar leite de três em três horas, mudar fraldas, dar banho... tudo a multiplicar por quatro”. Só com a ajuda de familiares e amigos deu conta do recado. As despesas também são muitas, mas os rendimentos de jogador profissional resolvem. O futuro “preocupa mais”. Tem apostado em planos de poupança. Ainda assim, Fangueiro garante que vale a pena: “São momentos espectaculares e agora é uma fase fantástica.”
"TERRÍVEL" FICAR LONGE DA FAMÍLIA
Como jogador de futebol, Fangueiro já emigrou para Inglaterra e Grécia. Tentou ter a família ao lado, mas os filhos não se adaptaram. Estar longe da família foi “terrível. Feliz-mente já passou”, confessa.
GRUPO PARTILHA EXPERIÊNCIAS
O Grupo Gémeos, criado em Junho de 1996, e de que fazem parte Manuela e Armanda Almeida, visa responder à necessidade de falar sobre gémeos, de perceber as espeficidades e trocar experiências.
GÉMEAS QUE NUNCA SE SEPARARAM
Gémeas, Maria Manuela e Maria Armanda têm 57 anos de duas vidas que sempre permaneceram juntas. Naturais de Pampilhosa da Serra, vieram com os pais ainda crianças para Lisboa. Aos 11 anos ambas aprenderam costura, mas a profissão seria na Função Pública. Entraram no mesmo dia e reformaram-se no mesmo dia, há dois anos. Trabalhavam na Direcção-Geral de Transportes: Manuela no atendimento ao público, Armanda como secretária. O casamento ocorreu com uma diferença de 15 dias e cinco anos depois ambas ficaram grávidas, nascendo os filhos com a diferença de 17 dias. Vivem no mesmo prédio em Agualva, Sintra, vestem de igual, a decoração das casas é idêntica e as famílias de ambas passam férias juntas. Todos os dias se encontram. Sempre foi assim e, confessam, não quererem imaginar que tal não aconteça.
CASOS RAROS
SEIS NA AMÉRICA
Em Setembro os norte-americanos Jenny (32 anos) e Bryan (29 anos) foram o mais recente caso de pais de seis gémeos. Gravidez aconteceu após tratamento de fertilidade.
MÃE E AVÓ NO BRASIL
Rosinete Serrão, 51 anos, vai deu à luz em Setembro, em Pernambuco (Brasil), os próprios netos, após um implante de embriões da filha, fertilizados in vitro.
DEU À LUZ AOS 67
No Hospital de Sant Pau, em Barcelona, Carmen, de 67 anos, residente em Cadiz, deu à luz dois gémeos em Dezembro, transformando-se na mãe mais idosa do Mundo.
IDALINA DOS SANTOS PERDEU SEIS FILHOS
Terminou da pior forma o sonho de Idalina dos Santos: ser mãe de seis gémeos. Nasceram a 10 de Fevereiro de 2002, com 23 semanas e três dias de gestação. Na altura do parto pesavam entre 408 e 500 gramas. Faleceram todos em poucos dias. O parto estava programado para as 26 semanas, mas ocorreu mais cedo. O grande volume intra-uterino antecipou as contracções. Refira-se que em Portugal não é conhecido nenhum caso de sobrevivência de prematuros com menos de 24 semanas. Quando Idalina engravidou, após cinco anos de tratamentos contra a infertilidade, já era mãe de um menino, na altura com oito anos. Depois de perder os gémeos Idalina não teve mais rebentos. Reside com o marido e o filho em Castelejo Estreito, em Câmara de Lobos, na Madeira.
CARACTERÍSTICAS DOS GÉMEOS
VERDADEIROS
União
A ideia de que os gémeos sentem uma ligação mais forte, mais do que com outros irmãos, é falsa. A carga genética não é determinante.
Roupa
Os pais têm tendência em vestir os filhos com roupas iguais. Muitos gémeos não gostam devido à perda de identidade que isso implica.
Líder
É falso que um gémeo tenha sempre atitude dominadora face ao irmão. A liderança pode surgir por uma questão de funcionamento em grupo.
Genes
Gémeos idênticos possuem o mesmo conjunto de genes mas à medida que envelhecem manifestam diferenças subtis, também na aparência.
Menopausa
As mulheres que são gémeas idênticas podem apresentar diferenças na fertilidade ou na idade em que atingem a menopausa.
FALSOS
Sexo
Os gémeos falsos (ou dizigóticos) podem nascer de género diferente (rapaz e rapariga), ao contrário dos verdadeiros, sempre do mesmo sexo.
Olhos
A cor dos olhos, cabelo e pele pode ser distinta dos irmãos, ao contrário dos verdadeiros, cujas características físicas são semelhantes.
Crescimento
O desenvolvimento físico, psicólogo, intelectual, emocional é semelhante ao dos verdadeiros, depende do seu meio ambiente.
Talentos
As aptidões naturais são determinadas pelos factores culturais e não dizem respeito ao código genético, nos falsos e verdadeiros.
Sensações
Sentir uma dor de barriga e começar a chorar pode acontecer entre os gémeos falsos e verdadeiros por ‘simpatia’.
NOTAS
CEM MIL EMPORTUGAL
O número de gémeos em Portugal será na ordem dos cem mil. Sem números oficiais, estimativas indicam que um por cento da população e um em cada 85 partos são de gémeos, o que perfaz 106 mil.
1439 PARTOS EM 2005
Em Portugal foram realizados 108 431 partos em 2005. Destes, 1439 foram partos gemelares, o que representa 1,32% do total. Houve deste número 30 fetos mortos. Nesse ano houve um parto de quatro. Todos sobreviveram.
ÁFRICA COM MAIOR NÚMERO
A Nigéria é conhecido como o país dos gémeos. Na região de Yoruba são 5% dos nascimentos. Estudos apontam o consumo de batata-doce (que estimula a ovulação) por parte das mulheres como explicação.
UMA EM CADA 96 MILHÕES
Foram registados três partos de seis gémeos, em que todos sobre-viveram, nos Estados Unidos (dois em 2004 e um em Setembro). Estatísticas indicam que acontece uma gravidez de seis em 96 milhões.
MAIS BEBÉS QUADRIGÉMEOS
Com o recurso à procriação assistida (conhecida por técnica do bebé proveta)aumentam os casos de gravidezes de quadrigémeos. Isto porque são colocados no útero da mãe vários embriões fecundados no exterior.
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Comentários a esta notícia
  • Comentário feito por:Ana
  • 28 Novembro 2007

E os quadrigemeos verdadeiros que nasceram em julho de 2001, o que será feito deles? Foram noticia em todas as estações de televisão, com grande reportagem na SIC, ouvi dizer que foram morar para o Funchal terra natal da mãe, agora com 6 anos seria engraçado ver uma reportagem deles na SIC em Perdidos e Achados, felicidades à familia Almeida e muita sorte para os criar e educar.

  • Comentário feito por:cecilia
  • 27 Novembro 2007

parabens a este casal de Amarante por ter posto mais 4 estrelas no céu sou de cete e vivo na holanda,desejo muitas felicidades a esta familia que deus vos ajude em tudo principalmente que o vosso Amor possa transbordar para todos os outras pessoas que vos conhecempois o amor é o melhor alimento que voces podem dar aos vossos filhos,sei que vao ter muitas ajudas de todos os vossos amigos e familia

  • Comentário feito por:R.Mendes
  • 22 Novembro 2007

Parabéns, é lindo, agora as assistentes sociais têm de estar atentas para ajudar

  • Comentário feito por:DM
  • 22 Novembro 2007

Não podemos ter filhos a pensar nas ajudas k vamos receber de outras pessoas. Temos de ter condições nós próprios para os educar.

  • Comentário feito por:Vitor - Setúbal
  • 22 Novembro 2007

Estes é que o Estado deve ajudar, tem poucos rendimentos é verdade, mas são honestos e trabalham...

  • Comentário feito por:Lisboa
  • 22 Novembro 2007

Muitas felicidades a esta família e a todas as outras de quadrigémeos... QUE DEUS OS ABENÇOE...

  • Comentário feito por:maria papoila
  • 21 Novembro 2007

Lê-se cada comentário que até "arrepia: são pobres não deviam ter filhos, vivem "de favor" com os pais, etc. mas que sabem da vida destas pessoas para fazer tais comentários?! Felicidades aos pimpolhos e aos pais e avós!

  • Comentário feito por:DM
  • 21 Novembro 2007

Muitos parabéns e felicidades! No entanto, uma familia com poucos rendimentos e ainda para mais com historial de gemeos na familia, deveria pensar melhor antes de ter filhos... BTW, espero que tudo corra pelo melhor.

  • Comentário feito por:Maria A.
  • 20 Novembro 2007

Será que, os responsáveis do HOSPITAL de AMARANTE, especialmente os chefes directos deste pai, não sejam sensíveis? Vá lá, orientem este pai a ganhar mais alguns euros, porque serão bem empregues!!! Porque, se criar um filho já é difícil,imaginem quanto não vai ser difícil os quatro!...

  • Comentário feito por:Sara G.
  • 20 Novembro 2007

Muitos parabéns e muitas felicidades.Que a saúde nunca vos falte pq. o resto, há-de se resolver.Boa sorte.

Página

  • Comentário feito por:Dee
  • 17 Novembro 2007

Parabens a familia Almeida! Muita saude e sorte com os seus quatro "pimpolhos". Canada.

  • Comentário feito por:lopess
  • 19 Novembro 2007

Parabens a esta familia. PARA ESTES E MUITOS OUTROS CASOS É QUE O NOSSO GOVERNO DEVIA OLHAR...

  • Comentário feito por:Paula Silva
  • 20 Novembro 2007

Espero que já estejam a receber os ditos 100 euros por filho, de abono, ou será que não têm direito a tanto, por o agregado familiar receber perto de 500 euros de ordenado/mês? E não terem encargos com a habitação? Pois infelizmente não podem ter casa própria, sujeitam-se a viver de favor em casa dos pais. E depois dizem que só ganha mal quem não quer trabalhar!!Tretas!
Leiria

  • Comentário feito por:Ana
  • 20 Novembro 2007

Muita sorte p/ os 4 pimpolhos! Deve ir ser uma grande confusão lá em casa, mas engraçada, pois os momentos bons são a mutiplicar p 4!! E a paciência tb!! Mtas felicidades

  • Comentário feito por:ana henrique
  • 20 Novembro 2007

Mta força para essa nova familia pois cresceram repentinamente.. questao.. Onde podemos dirigir-nos ou a quem, para poder mos enviar ajudas?? Sempre ha familias em que os seus pequeninos ja cresceram e podem disponibilizar o que ja nao usam.. So uma opiniao.. Felicidades.

  • Comentário feito por:Sara G.
  • 20 Novembro 2007

Muitos parabéns e muitas felicidades.Que a saúde nunca vos falte pq. o resto, há-de se resolver.Boa sorte.

  • Comentário feito por:Maria A.
  • 20 Novembro 2007

Será que, os responsáveis do HOSPITAL de AMARANTE, especialmente os chefes directos deste pai, não sejam sensíveis? Vá lá, orientem este pai a ganhar mais alguns euros, porque serão bem empregues!!! Porque, se criar um filho já é difícil,imaginem quanto não vai ser difícil os quatro!...

  • Comentário feito por:DM
  • 21 Novembro 2007

Muitos parabéns e felicidades! No entanto, uma familia com poucos rendimentos e ainda para mais com historial de gemeos na familia, deveria pensar melhor antes de ter filhos... BTW, espero que tudo corra pelo melhor.

  • Comentário feito por:maria papoila
  • 21 Novembro 2007

Lê-se cada comentário que até "arrepia: são pobres não deviam ter filhos, vivem "de favor" com os pais, etc. mas que sabem da vida destas pessoas para fazer tais comentários?! Felicidades aos pimpolhos e aos pais e avós!

  • Comentário feito por:Lisboa
  • 22 Novembro 2007

Muitas felicidades a esta família e a todas as outras de quadrigémeos... QUE DEUS OS ABENÇOE...

  • Comentário feito por:Dee
  • 17 Novembro 2007

Parabens a familia Almeida! Muita saude e sorte com os seus quatro "pimpolhos". Canada.

  • Comentário feito por:lopess
  • 19 Novembro 2007

Parabens a esta familia. PARA ESTES E MUITOS OUTROS CASOS É QUE O NOSSO GOVERNO DEVIA OLHAR...

  • Comentário feito por:Paula Silva
  • 20 Novembro 2007

Espero que já estejam a receber os ditos 100 euros por filho, de abono, ou será que não têm direito a tanto, por o agregado familiar receber perto de 500 euros de ordenado/mês? E não terem encargos com a habitação? Pois infelizmente não podem ter casa própria, sujeitam-se a viver de favor em casa dos pais. E depois dizem que só ganha mal quem não quer trabalhar!!Tretas!
Leiria

  • Comentário feito por:Ana
  • 20 Novembro 2007

Muita sorte p/ os 4 pimpolhos! Deve ir ser uma grande confusão lá em casa, mas engraçada, pois os momentos bons são a mutiplicar p 4!! E a paciência tb!! Mtas felicidades

  • Comentário feito por:ana henrique
  • 20 Novembro 2007

Mta força para essa nova familia pois cresceram repentinamente.. questao.. Onde podemos dirigir-nos ou a quem, para poder mos enviar ajudas?? Sempre ha familias em que os seus pequeninos ja cresceram e podem disponibilizar o que ja nao usam.. So uma opiniao.. Felicidades.

  • Comentário feito por:Sara G.
  • 20 Novembro 2007

Muitos parabéns e muitas felicidades.Que a saúde nunca vos falte pq. o resto, há-de se resolver.Boa sorte.

  • Comentário feito por:Maria A.
  • 20 Novembro 2007

Será que, os responsáveis do HOSPITAL de AMARANTE, especialmente os chefes directos deste pai, não sejam sensíveis? Vá lá, orientem este pai a ganhar mais alguns euros, porque serão bem empregues!!! Porque, se criar um filho já é difícil,imaginem quanto não vai ser difícil os quatro!...

  • Comentário feito por:DM
  • 21 Novembro 2007

Muitos parabéns e felicidades! No entanto, uma familia com poucos rendimentos e ainda para mais com historial de gemeos na familia, deveria pensar melhor antes de ter filhos... BTW, espero que tudo corra pelo melhor.

  • Comentário feito por:maria papoila
  • 21 Novembro 2007

Lê-se cada comentário que até "arrepia: são pobres não deviam ter filhos, vivem "de favor" com os pais, etc. mas que sabem da vida destas pessoas para fazer tais comentários?! Felicidades aos pimpolhos e aos pais e avós!

  • Comentário feito por:Lisboa
  • 22 Novembro 2007

Muitas felicidades a esta família e a todas as outras de quadrigémeos... QUE DEUS OS ABENÇOE...

  • Comentário feito por:Dee
  • 17 Novembro 2007

Parabens a familia Almeida! Muita saude e sorte com os seus quatro "pimpolhos". Canada.

  • Comentário feito por:lopess
  • 19 Novembro 2007

Parabens a esta familia. PARA ESTES E MUITOS OUTROS CASOS É QUE O NOSSO GOVERNO DEVIA OLHAR...

  • Comentário feito por:Paula Silva
  • 20 Novembro 2007

Espero que já estejam a receber os ditos 100 euros por filho, de abono, ou será que não têm direito a tanto, por o agregado familiar receber perto de 500 euros de ordenado/mês? E não terem encargos com a habitação? Pois infelizmente não podem ter casa própria, sujeitam-se a viver de favor em casa dos pais. E depois dizem que só ganha mal quem não quer trabalhar!!Tretas!
Leiria

  • Comentário feito por:Ana
  • 20 Novembro 2007

Muita sorte p/ os 4 pimpolhos! Deve ir ser uma grande confusão lá em casa, mas engraçada, pois os momentos bons são a mutiplicar p 4!! E a paciência tb!! Mtas felicidades

  • Comentário feito por:ana henrique
  • 20 Novembro 2007

Mta força para essa nova familia pois cresceram repentinamente.. questao.. Onde podemos dirigir-nos ou a quem, para poder mos enviar ajudas?? Sempre ha familias em que os seus pequeninos ja cresceram e podem disponibilizar o que ja nao usam.. So uma opiniao.. Felicidades.

  • Comentário feito por:Sara G.
  • 20 Novembro 2007

Muitos parabéns e muitas felicidades.Que a saúde nunca vos falte pq. o resto, há-de se resolver.Boa sorte.

  • Comentário feito por:Maria A.
  • 20 Novembro 2007

Será que, os responsáveis do HOSPITAL de AMARANTE, especialmente os chefes directos deste pai, não sejam sensíveis? Vá lá, orientem este pai a ganhar mais alguns euros, porque serão bem empregues!!! Porque, se criar um filho já é difícil,imaginem quanto não vai ser difícil os quatro!...

  • Comentário feito por:DM
  • 21 Novembro 2007

Muitos parabéns e felicidades! No entanto, uma familia com poucos rendimentos e ainda para mais com historial de gemeos na familia, deveria pensar melhor antes de ter filhos... BTW, espero que tudo corra pelo melhor.

  • Comentário feito por:maria papoila
  • 21 Novembro 2007

Lê-se cada comentário que até "arrepia: são pobres não deviam ter filhos, vivem "de favor" com os pais, etc. mas que sabem da vida destas pessoas para fazer tais comentários?! Felicidades aos pimpolhos e aos pais e avós!

  • Comentário feito por:Lisboa
  • 22 Novembro 2007

Muitas felicidades a esta família e a todas as outras de quadrigémeos... QUE DEUS OS ABENÇOE...

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