Padre foi a tribunal com enorme aparato da GNR Boticas: Bispo fala em provável negócio de armas de caça
Padre pode continuar na igreja (COM VÍDEO)
"Pistoleiro, Pistoleiro!" Esta foi ontem a palavra mais ouvida na altura em que o padre Fernando Guerra, suspeito de posse ilegal de armas, entrou no Tribunal de Boticas, em Chaves, para ser interrogado pelo juiz. À porta, quase cem pessoas aguardavam a chegada do pároco de Covas de Barroso, que, pelas 14h00, chegou sob forte aparato policial, com um sorriso no rosto. "Ainda se vem a rir, como se não tivesse feito nada. É um criminoso", gritava um popular.No seio da população, as opiniões dividiam-se entre os que diziam que, se tinha armas em casa, era 'lá com ele' e os que afirmavam que se ele voltar à paróquia não põem 'tão cedo os pés na igreja'.
O bispo de Vila Real, D. Joaquim Gonçalves, assegura que o sacerdote, libertado mediante a obrigação de se apresentar regularmente às autoridades e não manusear armas, mantém o lugar de pároco de Covas do Barroso. 'No meu entender tem a ver com questões de caça. Como se sabe, há muitos padres caçadores e é provável que ele tivesse algumas armas para fornecimento de amigos', justifica o bispo.
O pároco de Covas de Barroso foi interrogado durante várias horas. Juntamente com o sacerdote foram ouvidos mais dois arguidos, sendo que um quarto não compareceu por estar doente. Aos três, o juiz aplicou idêntica medida de coacção. As armas mantém-se todas apreendidas.
'LIMPAVA ARMAS EM FRENTE ÀS CRIANÇAS'
Fernando chegou a dar aulas de Educação Moral numa escola em Boticas. Já nessa altura o seu gosto pelas armas eram conhecido. 'Durante as aulas , limpava as armas em frente ao alunos, as crianças ficavam cheias de medo', afirmou Xavier Barreto, presidente da Junta de Freguesia de Dornelas. Xavier foi, aliás, um dos mentores do abaixo--assinado que expulsou o padre da aldeia. 'Toda a gente assinou para ele ir embora. Não se comportava como um padre, era agressivo e muito ganancioso', contou ao CM. O padre também já foi acusado de agressão a um sacristão.
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O padre nao cometeu crime. Catolico sou e continuo a ser. Quando o povo e ignorante, a falsidade o acompanha.
Perante a documentação apresentada, a GNR falhou. A GNR não sabe o que faz a PSP. Está na hora das indemnizações. Braga
Julgarem a Igeja pelo comportamento deste padre é mais uma prova da estupidez do nosso povo.
O padre estava preparado para ataque dos maus espiritos. sergio-Brasil
É triste que Boticas apareça por essas tristes e vergonhosas razões!É suposto os padres praticarem boas acções mas este
Meus caros o padre cometeu algum crime?. Matou quantos? Fez tiro ao pombo? Voces de Boticas não estão se precipitando.
Que será que ele sabe que não pode ser excomungado.E de que é que este jornal tem medo para não publicar coment.Sintra
Mas tinham dúvidas sobre isso? Eles encobrem-se uns aos outros.. não são santos como fazem crer...
O Bispo, dá uma no crabo e outra na ferradura. Ninguém pode ter armas em casa para emprestar a amigos
Expliquem-me porque vão os polícias encapuçados,k não estou a ver bem o filme.