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Foto Toby Melville/Reuters
O transplante de medula pode ser uma das alternativas
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12.02.2012  01:00
Exames de rotina detectam leucemia
De progressão lenta, a Leucemia Mielóide Crónica (LMC) representa cerca de 20% de todas as leucemias. Com uma incidência de 1,5 casos para 100 mil habitantes por ano (150 novos casos/ano), esta doença atinge com maior frequência os adultos, sendo mais comum nos homens.
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"A LMC resulta de uma alteração do ADN de uma célula estaminal medular a determinado momento da vida de um paciente, dando origem a um aumento de glóbulos brancos, que só é detectado em análises de rotina. Embora não sejam conhecidas as razões que levam a essa mutação, sabe-se que a radioterapia e a exposição ao benzeno são factores de risco", explica a hematologista Ana Marques Pereira.

Numa fase inicial (crónica), a LMC pode não apresentar sintomas, razão pela qual o diagnóstico tende a ser feito de forma tardia. Neste caso, as análises de rotina ao sangue são fundamentais, uma vez que detectam o aumento dos glóbulos brancos. No entanto, existem sinais de alerta que vale a pena ter em atenção.

"Esta doença pode causar algum mal-estar, cansaço, levar à perda de apetite ou a um desconforto abdominal. Mas, na maioria das vezes, a sintomatologia é provocada pela terapêutica", revela a ex-chefe de serviço de Hematologia do Hospital Garcia de Orta, em Almada.



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