Foto Estela Silva/Lusa
António José Seguro, secretário-geral do PS
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17.02.2013  17:00
PS desliza e Passos aproveita
O PS de António José Seguro está a cair nas intenções de voto dos portugueses. Se no meio de medidas de austeridade como corte nas pensões, desemprego, subida da carga fiscal e a anunciada redução de 4 mil milhões de euros nas funções sociais do Estado pelo Governo de coligação PSD/CDS-PP, seria expectável que a principal força de oposição conquistasse o voto dos eleitores, uma sondagem CM/Aximage revela o contrário.
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Apesar de ainda estar à frente com 32% por cento dos inquiridos a admitirem o voto no PS em fevereiro, esta é uma queda de quase um ponto percentual face ao início do ano.  O PSD, de Pedro Passos Coelho, apesar dos protestos e manifestações na rua, sobe nas intenções de voto em Portugal. Entre janeiro e Fevereiro cresceram 2,3pontos percentuais e aproximam-se do primeiro lugar, com 29,1 por cento dos inquiridos a votarem nos sociais democratas.

A CDU está em terceiro com 11,5% dos votos e o CDS com 8,7%, uma quebra face a Janeiro para o partido de coligação. O Bloco de Esquerda também perde eleitores e conquista apenas 6,3% do eleitorado.

A abstenção continua campeão, com 43,2% dos inquiridos a optarem por esta solução, uma subida de 3,2 pontos percentuais face a janeiro.

FICHA TÉCNICA

Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 602 entrevistas efectivas: 281 a homens e 321 a mulheres; 149 no interior, 252 no litoral norte e 201 no litoral centro sul; 150 em aldeias, 213 em vilas e 239 em cidades.                      A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 5 a 8 de  Fevereiro de 2013, com uma taxa de resposta de 80,7%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 602 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma “margem de erro” - a 95% - de 4,00%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.



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