Foto João Santos
António Costa, líder do PS
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13.02.2015  19:00
Maioria absoluta mais difícil para o PS
PS com 36,7% e PSD com 30,2% das intenções de voto.
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Por José Rodrigues

O sonho de uma maioria absoluta manifestada pelo líder do PS, António Costa, está mais difícil. Segundo uma sondagem CM/Aximage, a intenção de voto nos socialistas, a oito meses das eleições legislativas, caiu de 36,9%, em Janeiro, para 36,7% este mês (menos 0,2 pontos percentuais).

O PSD também desceu, de 30,9% em Janeiro para 30,2% em Fevereiro (menos 0,7 pontos), mas, em caso de coligação com o CDS, que obtém  nesta sondagem 5,3% (mais 0,6 pontos percentuais), a diferença entre o PS e o PSD/CDS, é agora de apenas 1,2 pontos percentuais.

Segundo a sondagem, realizada nos dias 4 a 8 deste mês, a CDU é a força política que mais cresce, passando de 7,7% em Janeiro, para 9,2% em Fevereiro (mais 1,5 pontos percentuais). Já a votação no BE subiu apenas 0,3 pontos (de 3,5%% para 3,8%), não capitalizando com a vitória do Syriza,  o seu partido homólogo na Grécia.

O PDR liderado por Marinho e Pinto, partido que anteontem foi reconhecido pelo Tribunal Constitucional, manteve a mesma votação de Janeiro: 5,2%, mas perdeu a posição de  quarto maior partido para o CDS. O Livre,  liderado por Rui Tavares,  perdeu gás, pois caiu de 3% em Janeiro para   para 2,5% em fevereiro.

FICHA TÉCNICA


Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.


Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 608 entrevistas efectivas: 279 a homens e 329 a mulheres; 101 no Interior Centro Norte, 167 no Litoral Centro Norte, 97 no Sul e Ilhas, 166 em Lisboa e Setúbal e 77 no Grande Porto; 159 em aldeias, 211 em vilas e 238 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.


Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 4 a 8 de Fevereiro de 2015, com uma taxa de resposta de 83,9%.


Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 608 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma "margem de erro" - a 95% - de 4,00%).


Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.



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