

O PS não tirou, em termos eleitorais, vantagem significativa com a moção de censura rejeitada, no passado dia 3, no Parlamento pela maioria PSD/CDS. O ganho nas intenções de voto foi de apenas um ponto percentual. Ainda assim, se as eleições fossem hoje, os socialistas ganhavam com 32,6 por cento dos votos, contra 31,6% em março.
Segundo uma sondagem CM/Aximage, realizada entre os dias 1 e 4 de abril (antes, portanto, da decisão do Tribunal Constitucional sobre o Orçamento do Estado), o PSD também sobe, mas apenas duas décimas (de 25,1% para 25,3%).
O CDS foi o partido com a maior queda, menos 2,7 pontos percentuais, apesar de o seu líder, Paulo Portas, ser o mais popular (ver info). Com uma descida residual, o PCP passa de 12,2 para 12% e o BE sobe de 7,1% para 7,8%. Em termos de popularidade dos líderes, numa avaliação de 0 a 20 valores, Jerónimo de Sousa, do PCP, continua à frente destacado e Passos Coelho em último, com apenas 3,9 valores.
O ministro dos Negócios Estrangeiros mantém a liderança na popularidade entre os ministros, obtendo 11,8 valores. Em segundo lugar está Assunção Cristas (11,4), do CDS, ministra da Agricultura. O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ocupa agora o último lugar, já sem Miguel Relvas na equipa.

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