A notícia foi guardada na sua lista de notícias favoritas. Faça a gestão dessa área na sua conta.
02.07.2002  21:59
MUNDO LOUCO
Ser ou não ser

Uma sondagem feita pela revista Face, em que foram inquiridas 11 mil pessoas entre os 16 e os 29 anos, revelou que dois entre três britânicos têm vergonha de o ser, em parte devido à violência e ao hooliganismo. O conceito de “Britishness” parece estar em declínio, com um entre quatro jovens britânicos a afirmarem não ter ideia do que significa ser britânico e um entre cinco nem sequer estar interessado em saber...

Idade para casar

As autoridades iranianas aprovaram uma lei que aumenta a idade para casar sem consentimento dos pais. As raparigas podem agora fazê-lo aos 13 anos e já não aos nove, e os rapazes podem fazê-lo aos 15 e não aos 14. A decisão surgiu em resposta às ferozes críticas que são feitas ao Irão pelas organizações dos direitos humanos. Contudo, o clero, para promover o casamento e assim combater a imoralidade, incentiva o matrimónio e os menores de 13 e 15 anos poderão casar com o consentimento dos pais.

Estrangeiros na China picados com agulhas

Os consulados estrangeiros em Xangai, na China, avisaram os cidadãos para terem cautela sempre que andem às compras em Xiangyang, um popular mercado da cidade, uma vez que três estrangeiros afirmam ter sido picados com agulhas, em incidentes sem explicação aparente. “Não temos a menor ideia de quem fez isto, nem a razão por que o fez”, declarou a porta-voz do consulado dos EUA, Salome Hernandez, acrescentando que “nem sequer houve nenhuma ameaça”. A Polícia chinesa está a investigar.

Antiguidades roubadas

O director de uma proeminente galeria de Manhattan foi sentenciado a 33 meses de prisão por receber antiguidades egípcias roubadas. Algumas delas tinham elevado valor histórico e arqueológico, em particular a cabeça mumificada de um faraó, que foi vendida pela exorbitante quantia de 1,2 milhões de dólares (cerca de 1,212 milhões de euros). Frederick Schultz, presidente da galeria de Arte Antiga de Frederick Schultz e ex-presidente da Associação Nacional de Negociadores de Arte Antiga, Oriental e Primitiva, alegou que fora enganado e que não se apercebera de que havia recebido artigos roubados, argumento que não convenceu o juiz Jed Rakoff. A artimanha foi descoberta quando o ladrão das peças, Jonathan Tokeley-Parry, revelou ter recebido os objectos pelas mãos de corruptos membros da Polícia egípcia.
Enviar o artigo: MUNDO LOUCO
Comentários
enviar
MAIS NOTÍCIAS DE Cm ao Minuto