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Foto João Cortesão
Cerca de 30 elementos da claque mantiveram-se perto do Tribunal de Instrução Criminal, o que obrigou a PSP a criar um perímetro de segurança
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20.11.2008  22:00
Preso incendiário dos No Name Boys
Apedrejou um repórter fotográfico à saída do centro de estágio do Benfica a 12 de Abril e esteve ligado aos crimes violentos mais graves dos meses seguintes. Fogo posto ao autocarro de adeptos do FC Porto ou espancamentos de rivais nas ruas de Lisboa. Depois de escapar à operação da PSP, na madrugada de domingo, Guilherme Beon, um "perigoso operacional" dos No Name Boys, só resistiu dois dias a monte. Já foi capturado e é hoje levado a tribunal.
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Beon, que às 07h00 de domingo acabou por ser localizado num local imprevisto, fugiu assim à malha da PSP. À hora marcada para todas as buscas domiciliárias e execução de mandados de detenção, estava numa casa do Campo Grande, Lisboa, que não a sua. Foi avisado, fugiu dois dias, mas, na terça-feira à noite, acabou preso.

Já foi ontem à tarde ouvido na PSP, no dia em que a juíza de instrução criminal decidiu mandar em liberdade José Pité – considerado pela investigação como o cérebro das grandes acções de violência da claque do Benfica. Ordena as agressões à distância, mas foi apanhado em várias escutas telefónicas. Além disso, a PSP garante ser um dos incendiários do autocarro de adeptos do hóquei do FC Porto, a 20 de Junho.

A juíza deixou-o sair com simples apresentações numa esquadra da PSP, além de estar proibido de frequentar estádios de futebol. O cabecilha junta-se, assim, aos quatro operacionais libertados na véspera pela magistrada, além de dois que nem sequer têm de passar pela esquadra. Saíram apenas com termo de identidade e residência.



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