Um belo golo fabricado pelo intermitente Gaitán e concretizado pelo pé esquerdo de... Avé César!, a aquisição benfiquista mais produtiva da época a meias com Witsel. Foi um golpe cruel para os minhotos, mas Jardim já devia saber que quem joga para o empate normalmente perde. Acabou por ser justo: o Benfica mostrou sempre mais vontade de vencer e até se lhe viu nos minutos finais a raiva e a sofreguidão da primeira época de Jesus. Veremos qual o estado anímico do Benfica pós-Londres. A chave do duelo de Alvalade passa muito por aí.