Pessoalmente, assino por baixo. Só estranho duas coisas. Primeiro, que o prelado Januário continue a servir umas Forças Armadas que, até prova em contrário, são administradas por um governo que ele considera ‘corrupto’. Será que D. Januário não teme pela integridade da sua alma?
E, segundo, estranho também que a liberdade (e a autoridade) que a esquerda defende para a Igreja não seja extensível a outros temas. Como, por exemplo, o aborto, a eutanásia, a contracepção, a abstinência sexual ou a clonagem. Se a Igreja tem um papel na sociedade, de preferência quando critica o governo, não se percebe por que devem existir áreas exclusivas onde só o fanatismo progressista mete a pata.
Não foi só a esquerda, foi toda a gente de bem que se reviu nas criticas que fez D.Januário Torgal ao governo. A reacção da direita, não é nova, já Salazar se tinha indignado com o Sr. Bispo do Porto da é poca. Bem Haja