Será um ano marcado por erros "cratos", como os mega-agrupamentos que, afinal, não são consensuais, a revisão da estrutura curricular que, já se viu, ninguém defende, o aumento do número de alunos nas turmas dificultando, ainda mais, o trabalho dos docentes, o encerramento dos CNO, a par de fortíssimas restrições ao desenvolvimento de projetos das escolas, decididos no quadro da sua propalada, mas não consentida, autonomia.
E que ganha a Educação com isto? Absolutamente nada. Estas medidas têm um objetivo único e convergente: despedir professores. A ganhar ficará, apenas, Vítor Gaspar que, embora residente na 24 de Julho, presta serviço aos que ocupam o Edifício Berlaymont que, de braço dado com os da 19th Street de Washington DC, tentam satisfazer a ambição de quem mora no Palácio Meseberg.
Se o Sr.Nogueira fosse ministro, os licenciados teriam todos emprego como profes., ganhariam o dobro, as turmas teriam 10 alunos, "projetos" para dar e vender e os alunos saiam analfabetos das escolas.