Não sei se o Presidente da República o ouviu ontem na Assembleia da República. A confiança deve ter ficado seriamente abalada. Vítor Gaspar, como se sabe, enganou-se em tudo – no diagnóstico e no tratamento.
Ontem, no Parlamento, era a plácida imagem de quem nem imagina aonde isto vai dar: "O que distingue uma crise é o grau de incerteza final" e "os riscos são consideráveis". Sábias palavras do homem que teimosamente nos leva por caminhos pedregosos que nem ele conhece.
Não se deve contrariar Cavaco Silva. Agora anda numa de entrega de medalhas, não tem tempo p/ contrariar o governo. Também ele se deixou amordaçar p/ este governo. Onde está o fanfarrão contra Sócrates? Dêem-lhe viagens