Ou uma improvável mistura de ambos? Com ‘… Little Broken Hearts’, já o quinto álbum de um percurso sem nódoa, vai discutir-se o papel de Danger Mouse, produtor que vem injectar modernidade (nas bases rítmicas, na densidade dos arranjos, nos pormenores resolventes) ao que vivia bem sem abandonar a dimensão orgânica. Verdade: o prazer é infinito. E o álbum – de chaves como ‘She’s 22’, ‘After The Fall’ ou ‘4 Broken Hearts’ – junta-se a discos de Joe Henry, Jakob Dylan ou Lucinda Williams, no grupo de "fundadores" do nu-american. Vai dominar.
Entre Bee Gees ‘disco’ e neo-românticos, o grupo Scissor Sisters perdem gás no disco ‘Magic Hour’. ‘Only The Horses’ não chega.
É outra vez o delírio dos cruzamentos: jazz americano e ritmos cubanos. Tudo no piano de Roberto Fonseca em ‘Yo’.