Concordamos: cada FSS deve saber o que fazer, sem zonas cinzentas ou competências partilhadas.
Não desaparecendo a GNR, réplica da PSP, mantenham-se as duas, sem duplicação de serviços e competências. É aqui que se poupam milhões. Reconduza-se ambas à missão primária de segurança pública, limitando-as à investigação criminal de proximidade, tal como a lei determina. Nos crimes de cenário espera-se que essas polícias isolem e preservem o local do crime evitando a destruição de provas e que identifiquem os presentes, não que alterem ou contaminem o local do crime e as provas ou condicionem, involuntariamente ou não, as testemunhas. A PJ não tem duplicação de serviços ou competências com outras FSS.
O que sucede é um desprezo pelo cumprimento da lei, ora pela PSP, ora pela GNR, com o beneplácito de uma parte do MP. Recupere-se o papel central da PJ na investigação criminal, com reforço do papel diretivo do MP.
Já é tempo de existir só uma poliçia