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O advogado Cláudio Mendes com a filha ao colo

Cláudio Mendes

Família de advogado assassinado garante que não era agressivo

A mãe e a namorada do advogado Cláudio Mendes, assassinado a 5 de Fevereiro de 2011, no Parque da Mamarrosa, Oliveira do Bairro, descreveram-no esta terça-feira, no Tribunal de Anadia, como pessoa normal, apenas angustiada pelo afastamento da filha.

  • 11 de Setembro 2012, 18h12
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A sanidade mental do arguido não foi, até agora, questionada, ao contrário da situação da vítima. As duas testemunhas, ouvidas no julgamento de Ferreira da Silva, acusado de ter morto a tiro Cláudio Mendes, numa das suas visitas à neta do arguido, foram unânimes em afirmar que a vítima só começou a andar transtornada, após o nascimento da filha e devido às dificuldades que lhe foram criadas para conseguir estar com a criança.

Celso Cruzeiro, advogado de defesa, tentou explorar o facto de ter sido pedido o internamento compulsivo de Cláudio, por alegada agressividade. A mãe da vítima explicou ao Tribunal que assinou o pedido para que o filho tivesse descanso, porque andava angustiado e já nem comia, e que ficou contente por, no Hospital de São João, terem concluído que o internamento não se justificava.

Isabel, a mãe da vítima, relatou mesmo que foi o arguido quem lhe telefonou a aconselhar que levasse o filho ao médico, enquanto a então namorada de Cláudio foi taxativa a dizer que ele andava deprimido, passava até dias sem sair da cama, mas nunca lhe conheceu nenhuma atitude violenta.

Uma confidência da vítima foi relatada: já com as relações deterioradas e após uma visita, supostamente para poder estar com a sua filha, em que estavam várias pessoas presentes ligadas à família da mãe da criança, comentou que poderia vir a precisar de arranjar um colete à prova de bala.

Afirmação premonitória a que ninguém deu grande importância, apesar do ambiente hostil e do passado militar de Ferreira da Silva (o arguido foi instrutor de operações especiais em Lamego) e de possuir pelo menos uma arma de que veio a fazer uso na visita seguinte, descarregando-a sobre Cláudio Mendes.

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Comentários a esta notícia
  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

Não esperem se faça justiça neste caso. O arguido é pai de uma juíza, e não há maior corporativismo do que nesta classe.

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

O que terão feito sofrer o homem. Claro, qualquer pai ou mãe, que o seja, fica pirado, afastarem os seus filhos, seria normal o homem ficar descontrolado. Esperemos que a justiça seja imparcial e cumpra a sua função.

  • Comentário feito por:Rui
  • 11 Setembro 2012

tanta gente levada ao desespero por não poderem ver os filhos devido à inoperancia de uma justiç caduca e doente, imperando depois a lei dos mais fortes.Neste caso morreu o mais fraco

  • Comentário feito por:Rui
  • 11 Setembro 2012

tanta gente levada ao desespero por não poderem ver os filhos devido à inoperancia de uma justiç caduca e doente, imperando depois a lei dos mais fortes.Neste caso morreu o mais fraco

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

O que terão feito sofrer o homem. Claro, qualquer pai ou mãe, que o seja, fica pirado, afastarem os seus filhos, seria normal o homem ficar descontrolado. Esperemos que a justiça seja imparcial e cumpra a sua função.

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

Não esperem se faça justiça neste caso. O arguido é pai de uma juíza, e não há maior corporativismo do que nesta classe.

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

Não esperem se faça justiça neste caso. O arguido é pai de uma juíza, e não há maior corporativismo do que nesta classe.

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

O que terão feito sofrer o homem. Claro, qualquer pai ou mãe, que o seja, fica pirado, afastarem os seus filhos, seria normal o homem ficar descontrolado. Esperemos que a justiça seja imparcial e cumpra a sua função.

  • Comentário feito por:Rui
  • 11 Setembro 2012

tanta gente levada ao desespero por não poderem ver os filhos devido à inoperancia de uma justiç caduca e doente, imperando depois a lei dos mais fortes.Neste caso morreu o mais fraco

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

O que terão feito sofrer o homem. Claro, qualquer pai ou mãe, que o seja, fica pirado, afastarem os seus filhos, seria normal o homem ficar descontrolado. Esperemos que a justiça seja imparcial e cumpra a sua função.

  • Comentário feito por:Rui
  • 11 Setembro 2012

tanta gente levada ao desespero por não poderem ver os filhos devido à inoperancia de uma justiç caduca e doente, imperando depois a lei dos mais fortes.Neste caso morreu o mais fraco

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 11 Setembro 2012

Não esperem se faça justiça neste caso. O arguido é pai de uma juíza, e não há maior corporativismo do que nesta classe.

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