Justiça
Oeiras: Futuro de Isaltino nas mãos de juíza
O Tribunal da Relação de Lisboa considera que a decisão que condena o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, a dois anos de prisão efectiva "não transitará em julgado enquanto estiverem pendentes recursos" sobre a prescrição de crimes. Assim, cabe agora à juíza Carla Cardador, do Tribunal de Oeiras, apreciar a questão da prescrição de dois crimes de fraude fiscal e decidir sobre a prisão do autarca.
Segundo o acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) a que a Agência Lusa teve acesso, "a decisão [de condenação do arguido a dois anos de prisão efectiva] não transitará enquanto estiverem pendentes recursos ordinários que possam contender com a subsistência dessa decisão condenatória".
O acórdão proferido, que chegou na segunda-feira ao Tribunal de Oeiras, surge em resposta aos recursos interpostos pela defesa de Isaltino Morais sobre a detenção do autarca a 29 de Setembro de 2011 que durou menos de 24 horas.
aquele pobre que roubou no Lidl por 7 euros, e responde em tribunal, se fosse presidente de oeiras, davam~-lhe um louvor...enfim justiça portuguesa!