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20 Abril 2014

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Cinema: Actriz protagoniza filme de Breyner

Cláudia Vieira com contrato para matar

Com uma enfermeira destas qualquer doente fica logo melhor.” As palavras, tão divertidas quanto assertivas, são do ‘dr. Machado’, ou melhor, do actor Joaquim Nicolau de bata vestido para mais uma cena de ‘Contrato’, filme de Nicolau Breyner.

 

O médico veio avaliar a evolução clínica do paciente, o assassino ‘Peter McShade’ (Pedro Lima), que apesar de maltratado por uma grande tareia que o atirou para uma cama de hospital – e que não lhe poupou umas nódoas negras verdadeiras – não deixa de se fazer à bela e sensual enfermeira.
De bata vestida está também Cláudia Vieira, em estreia no grande ecrã como ‘Júlia’, uma enfermeira muito sensual. E especial. “Ela é uma assassina contratada para matar o ‘McShade’”, avança a actriz, que se preparou para o novo métier. Teve treino com agulhas “para saber dar injecções” e dicas de profissionais “para as cenas de dar o banho ao doente, virá-lo”. Mas não lhe ensinaram a inibir sentimentos.
“Ela apaixona-se pelo protagonista, o que lhe vai dificultar a missão”, revela ao CM a ‘Mata Hari’ contratada por ‘Mónica’, personagem interpretada por Sofia Aparício.
De volta à acção, rodada ontem no Hospital de Sant’Ana, na Parede, a câmara aperta o plano no decote de ‘Júlia’, primeiro botão aberto bem perto do rosto do galã e galanteador ‘McShade’.
O par conhece-se há pouco na trama, mas fora dela, “das andanças das telenovelas”, já se cruzou. Ainda assim, Cláudia assume a “fragilidade” nas cenas mais íntimas que irão rodar. “Isso também me criou receios ao início”, conta. Como diz Pedro Lima: “Não é como estar em casa.”
“Com respeito” tudo se fará e... “Vamos lá a gravar ou filmar ou lá o que é”, brinca Nicolau Breyner, estreante enquanto cineasta.
DESVIO PARA CASCAIS-SINTRA
“Faço aqui um apelo ao dr. António Costa para reduzir as taxas que a Câmara de Lisboa cobra para se filmar nas ruas ou em monumentos.” A frase resume a dificuldade na escolha de locais de rodagem, barreiras que obrigaram mesmo a Hora Mágica, produtora de ‘Contrato’, a desviar alguns décors para fora de Lisboa. Cascais e Sintra foram autarquias “que revelaram total abertura”, como frisa o realizador, lamentando “filmar menos do que pretendia em Lisboa”. Os preços “podem chegar os cinco mil euros” por um dia de rodagem nas ruas lisboetas e as dificuldades nas autorizações que envolvem entidades portuárias, entre outras, acabaram por atirar o filme mais para a Linha. O que não deixa de ser condizente com o espírito de ‘Contrato’, muito “virado para o mar”.
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