O anterior secretário de Estado da Justiça, José Magalhães, pagou com dinheiros públicos a compra de símbolos da maçonaria para decorar o seu gabinete no Ministério. O CM sabe que o gabinete de José Magalhães, que integrou os dois governos do PS liderados por José Sócrates, estava decorado com duas colunas de estuque imitando as colunas de um templo maçónico, fotografias alusivas a símbolos desta obediência secreta e espelhos.
As colunas de estuque foram adquiridas a uma empresa do Porto e o seu custo está englobado num conjunto de facturas liquidadas pelo Ministério da Justiça na ordem dos 7500 euros. As facturas foram emitidas sobre um conjunto de obras de remodelação feitas no gabinete de José Magalhães.
No gabinete do ex-secretário de Estado da Justiça estavam também colocadas fotografias de simbologia maçónica e espelhos. Segundo testemunhos recolhidos pelo CM, inclusive do anterior Governo do PS, tanto as colunas como as fotografias e os espelhos estavam colocados de forma equiparável à disposição que é habitual num templo maçónico.
As colunas de estuque foram vistas e fotografadas por testemunhas, que fizeram chegar as imagens ao CM. Após a mudança de Governo, as colunas chegaram a estar arrumadas em zonas de passagem no Ministério da Justiça. Contactado pelo CM, o Ministério da Justiça emitiu uma declaração, através do gabinete de imprensa, sobre a aquisição dos referidos símbolos: "O Ministério da Justiça confirma que aquando da tomada de posse [do novo Governo] foi encontrado num dos gabinetes [do Ministério] algum material cuja descrição pode conferir com a que descrevem."
Na simbologia maçónica, as colunas de origem grega correspondem aos valores da sabedoria, força e beleza. Durante todo o dia de ontem, o CM tentou contactar José Magalhães, através de telefonemas e envio de mensagens escritas para o seu telemóvel, com o pedido de contacto urgente, e ainda através de um assessor de imprensa do PS. Até ao fecho desta edição, não foi possível contactar o antigo governante.
José Magalhães tem sido apontado, nos últimos anos, como membro da Loja Nunes de Almeida, uma das várias lojas do Grande Oriente Lusitano (GOL). Desde que saiu do Governo, em Junho do ano passado, o antigo secretário de Estado da Justiça tem tido escassa visibilidade pública em Portugal.
José Magalhães, segundo várias fontes, estará neste momento no Brasil. O ex-governante apresenta-se, desde Junho, no LinkedIn, uma rede de contactos profissionais na internet, como "parlamentar aposentado, consultor de e-gov e TIC [Tecnologias de Informação e Comunicação]".
EX-MINISTRO NÃO COMENTA
O ex-ministro da Justiça Alberto Martins recusou ontem comentar as despesas do gabinete do antigo secretário de Estado da Justiça José Magalhães.
Mal o CM apresentou o assunto sobre o qual gostava de obter um comentário, relativo aos gastos do gabinete do seu antigo secretário de Estado da Justiça, Alberto Martins foi categórico: "Não quero fazer comentários."
O CM ainda perguntou ao ex--ministro se queria ouvir o assunto em concreto, mas Alberto Martins foi, de novo, contundente: "Se tem a ver com despesas do gabinete dele, não me quero pronunciar sobre isso."
Ao que o CM apurou, os gabinetes de Alberto Martins e de José Magalhães ocupavam pisos diferentes no Ministério da Justiça: o ex-ministro, como é habitual, estava instalado no primeiro andar, enquanto o então secretário de Estado trabalhava no segundo andar.
Os gabinetes dos membros do Governo têm autonomia para gerirem as verbas dos seus orçamentos, que são atribuídas pelo Orçamento do Estado. No início do ano, cada gabinete é contemplado com uma verba específica para fazer face às despesas do dia-a-dia.
Para aceder a este EXCLUSIVO da edição em papel ligue para o760 10 80 82*Tome nota do código e coloque-o abaixo
Se quem governa os dinheiros publicos tivesse aquilo que os HOMENS
devem ter punha-lhe os simbolos maçonicos à porta de casa e fazia-lhe pagar os milhares de euros que nos gastou.
O Senhor até pode ser Maçónico e ter os símbolos que quiser, mas em sua casa e pagos com o seu dinheiro. Não pode pretender obrigar o Zé Povinho a pagar as suas frivolidades.
E porque não ir o dito cujo ao Parlamento explicar as despesas e, depois, ter 30 dias para repôr o dinheiro dos contribuintes? Noutro país, nunca mais servia o Estado. Disse.
E que tal fazerem a este senhor o que estão a fazer na segurança social,que prejudica os mais necessitados , repor o dinheiro gasto em proveito proprio , com juros .
Se este País não fosse uma Republica das bananas, este senhor teria que pagar com juros o dinheiro que gastou.Desta maneira pensavam duas vezes antes de gastar o dinheiro do povo.
Mas quem é que vai chamar estes senhores à pedra?Isto é o que se vem sabendo.Será que hoje,neste governo,não à despesas a mais?Isto só visto.Tanta hipócrisia política.Se Governassem verdadeiramente,muita coisa mudaria.
Socorro, socorro! Alguém nos ajude a correr com esta canalha que anda a usar o dinheiro do estado e do povo em benefício pessoal, sem vergonha e qualquer escrúpulos!
Os politicos que fizeram e fazem negocios ruinosos,devem responder por isso,sem as ajudas dos amigos que estao là em cima nos poderes de decisao.Se ajudarem, rua com eles.Ja é tempo de meterem estes individuos na prisao.
Todos os politicos estao metidos na Maçonaria,Eles sabem do que estou a falar, os Politicos entram na Maçonaria aprocura de poder e influencia e, enganam as Pessoas, Maçonaria é uma RELIGIAO diabolica .
Obriga-lo a repor o dinheiro, sem mais hipóteses. Só não será feito se os actuais governantes estiverem a fazer o mesmo. Que tipo miserável de políticos que ainda se dizem democratas. Vergonha!
espero que esta coisa tenha que devolver o dinheiro com juros. mais um excelente exemplo do que foi feito com o nosso dinheiro. continua magalhães, és o maior!
E ainda se mostram muito indignados? Levaram-nos à ruina com estes governantes de Sócrates e agora criticam quem tenta resover o os problemas. Eu não me esqueço tão cedo esta governação socialista criminosa
Os politicos que fizeram e fazem negocios ruinosos,devem responder por isso,sem as ajudas dos amigos que estao là em cima nos poderes de decisao.Se ajudarem, rua com eles.Ja é tempo de meterem estes individuos na prisao.
E que tal fazerem a este senhor o que estão a fazer na segurança social,que prejudica os mais necessitados , repor o dinheiro gasto em proveito proprio , com juros .
Toda a gente sabe, que para se singrar em Portugal, existem duas condições: Estar filiado no PS ou PSD, e se possível e é altamente recomendado, fazer parte de uma loja Maçónica! O resto vem por acréscimo!
Mas quem é que vai chamar estes senhores à pedra?Isto é o que se vem sabendo.Será que hoje,neste governo,não à despesas a mais?Isto só visto.Tanta hipócrisia política.Se Governassem verdadeiramente,muita coisa mudaria.
Se quem governa os dinheiros publicos tivesse aquilo que os HOMENS
devem ter punha-lhe os simbolos maçonicos à porta de casa e fazia-lhe pagar os milhares de euros que nos gastou.
Socorro, socorro! Alguém nos ajude a correr com esta canalha que anda a usar o dinheiro do estado e do povo em benefício pessoal, sem vergonha e qualquer escrúpulos!
Mas há algum mal...em o sr.ex-SEJ - José Magalhães...ter querido decorar o seu gabinete com o que lhe " dá gozo "...mas...se o problema foi o gasto respectivo para os cofres públicos...então deve comparar-se com outros!!
Tão simples. Descontem no ordenado como fazem na Grã-Bretanha.E devem pagar impostos conforme o income anual. Acabar c/ subsidios e as ajudas custo JUNTAR salário c/ reformas.SE RECEBEM REFORMA É P/ IREM PARA CASA PRA RF
Urge tirar o poder aos políticos e passá-lo p a sociedade civil, com leis duras, retas e implacáveis. 55% dos 110 deputado da AR, p a sociedade civil e 45% p os corruptos. Que seita assaltou este país.Uma auditoria.
Estou farto de dizer que muitos buracos ainda estão tapados uns melhor do que outros por isso uns demoram mais tempo do que outros a ser descobertos. Para não se ter trabalho era aproveitá-los e enfiar neles quem os fez.
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Se quem governa os dinheiros publicos tivesse aquilo que os HOMENS devem ter punha-lhe os simbolos maçonicos à porta de casa e fazia-lhe pagar os milhares de euros que nos gastou.