António Cunha Vaz é um dos vértices do triângulo da Loja Mozart, que quer comprar o Pavilhão Atlântico. Toda a história para ler no Correio Indiscreto.
A pergunta muito maldosa já anda a correr nos bastidores da política, dos negócios e de algumas das principais agências de comunicação: será que Mozart vai ressuscitar e tocar no Pavilhão Atlântico? Mais directamente, acrescenta-se que a maçonaria anda à procura de uma nova sede onde se possa voltar a reunir.
Dizem estas más-línguas, sempre viperinas, que depois do escândalo de Jorge Silva Carvalho, os novos encontros da celebérrima Loja Mozart poderão começar a realizar-se mais discretamente em pleno Pavilhão Atlântico. Isto porque há um grupo de reconhecidos maçons da Mozart que estão a juntar-se para tentar comprar a sala de espectáculos do Parque das Nações.
Vamos então aos factos, ou melhor, aos putativos utilizadores de avental que se apresentam como concorrentes à compra do Atlântico. Em primeiro lugar, António Saraiva, presidente da CIP - a Confederação da Indústria Portuguesa - é um reconhecido membro da loja maçónica que ocupou no último ano tantas páginas de jornal e tantas aberturas de telejornais.
O produtor de espectáculos Álvaro Covões também faz parte da Mozart e do grupo de candidatos a compradores, a que se junta ainda o cada vez mais poderoso António Cunha Vaz, o responsável máximo pela comunicação da Ongoing, amigo assumido e defensor público do superespião Jorge Silva Carvalho no Facebook.
António Cunha Vaz, António Saraiva e Álvaro Covões formam o triângulo em movimento na operação de candidatura à compra do pavilhão, mas não serão os únicos. Bem pelo contrário.
Ainda e sempre de acordo com o que dizem as más-línguas ao Correio Indiscreto, Saraiva está longe de ser o único maçon da Loja Mozart na CIP, pelo que poderemos ter os patrões da indústria, em peso, no Pavilhão Atlântico. Isto apesar da polémica que poderá ainda envolver a iniciativa.
A nova sonata em preparação promete vir a ser tocada a várias mãos. Falta saber se também há superespiões à mistura neste conjunto de magníficos concorrentes, unidos por Wolfgang Mozart, mas nem tanto pela sua música...
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O lema actual da maçonaria será um por todos, todos podres. Tenho dito.