Sem que nenhum professor ou funcionário desse conta, dez alunos, entre os 13 e os 14 anos, da Escola EB 2, 3 de Sande, em Marco de Canaveses, decidiu escapar ontem de manhã às festividades do final do ano lectivo para consumir álcool junto a um riacho. Ficaram completamente alcoolizados e uma jovem que estava no grupo diz ter sido abusada.
Os calções da vítima foram rasgados e aquela foi tocada em diversas partes do corpo. A violação só não se consumou porque os professores foram entretanto alertados. Quando os docentes chegaram ao local, a pouco mais de 400 metros da escola, a jovem e outro menor estavam praticamente inconscientes. Foram ambos transportados para Hospital de Penafiel.
Aos bombeiros a jovem admitiu que bebeu demasiado e acabou por cair ao riacho. Contou que a tiraram da água, lhe rasgaram os calções e tentaram abusar dela. Os menores confirmam os abusos, mas dizem que aqueles apenas foram cometidos pelo rapaz que foi com a vítima para o hospital.
"Estavam os dois deitados ao sol porque tinham bebido muito e ele começou a tocar-lhe onde não devia e tirou-lhe a roupa quase toda à força. Decidimos chamar os professores", contaram vários alunos que estavam no grupo.
"JÁ É NORMAL BEBERMOS"
Os alunos ontem envolvidos no incidente admitiram que já não é a primeira vez que consomem álcool junto à escola. "Já é normal bebermos. Trazemos bebidas de casa, faltamos às aulas e vamos para o riacho. Os bombeiros já foram chamados muitas vezes, exageramos sempre no álcool", admitiu um dos jovens.
Os menores garantiram também que muitas vezes fogem pelas grades da escola.
ALVO DE EXAMES NO HOSPITAL
A menor abusada realizou ontem, ao final do dia, exames médicos no Hospital Padre Américo, em Penafiel, para tentar encontrar vestígios dos abusos. Os pais da jovem e do colega que também foi hospitalizado foram de imediato chamados à unidade hospitalar, tendo ficado bastante perturbados com tudo o que aconteceu.
O CM contactou ontem a escola que negou a ocorrência de qualquer incidente.
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a culpa é dos juizes as gajas q espancaram uma menor na escola nem tiveram cadeia por mts anos pras colegas reclusas fazerem lhes o mesmo por isso esta juventude pensa q pode fazer toda a patifaria q nao tem cadeia
A tragédia dos abusos entraram na rotina diária. Como não há educação nem respeito pelo ser humano, a criança, mais frágil está mesmo à mão. Se as penas fossem de trabalhos forçados, ou equivalen tes, havia menos crimes.
A tragédia dos abusos entraram na rotina diária. Como não há educação nem respeito pelo ser humano, a criança, mais frágil está mesmo à mão. Se as penas fossem de trabalhos forçados, ou equivalen tes, havia menos crimes.
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