O inspector-geral do Ambiente e do Ordenamento do Território, António João Sequeira Ribeiro, abriu um concurso para a categoria de inspector na instituição que dirige, concorreu e na prova de conhecimentos teve 15 valores, a melhor nota entre os seis candidatos.
O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, tutelado por Assunção Cristas, recorda que ainda faltam realizar outras provas para concluir o concurso, e diz que o procedimento é legal e transparente: "A lei permite e prevê a situação em que um dirigente superior do serviço em que se realiza o procedimento seja candidato."
Além disso, diz o ministério, como o titular de cargo de direcção, neste caso António Ribeiro, concorreu a um lugar no serviço que dirige, foi aplicada a lei que obriga à nomeação de um júri fora do serviço.
O aviso de abertura do concurso para o preenchimento de dois postos de trabalho, na carreira especial de inspecção, categoria de inspector, na modalidade de nomeação definitiva, foi publicado no Diário da República de 4 de Maio de 2011.
Segundo a publicação, o concurso foi aberto por despacho do inspector--geral e refere que o local de trabalho é na sede da Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT), na rua do Século.
No entanto, o mesmo aviso determina que "não serão admitidos os candidatos que, cumulativamente, se encontrem integrados na carreira e, não se encontrando em mobilidade, ocupem postos de trabalho previstos no mapa de pessoal do serviço idênticos aos postos de trabalho cuja ocupação se pretende com o procedimento concursal".
Apesar de ocupar o cargo de inspector-geral, António Ribeiro candidatou-se. Recorde-se que a Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território está na lista das instituições a extinguir ou a fundir.
RESPONSÁVEL PELA INSPECÇÃO DESDE 2005
António João Sequeira Ribeiro, mestre em Direito, é inspector-geral desde 2005, ano em que foi formada a IGAOT, que substituiu a Inspecção-Geral do Ambiente (IGA), criada em 1999. Ingressou na Função Pública em 1991. Candidatou-se a inspector. As funções, segundo o aviso do concurso, implicam acções de inspecção em toda a área de actuação do Serviço de Inspecção, necessidade de deslocações, instrução de processos disciplinares e de averiguação e emissão de pareceres.
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Deviam ter VERGONHA! Qualquer dia roubar também é legal, só falta fazer a lei!
Gozam com o Povo, os sacrifícios são sempre para os mesmos. A estes não lhes acontece NADA! Para os disponíveis vão os que trabalham...
É sem duvidas um País a saque, até dá graça estes xiquitos espertos, pensarem que são inteligentes, e assim enganarem o povão que até acha graça a estes palhaços deste circo á beira mar plantado
Lamentável esta situação. Já agora pergunto, no tempo do anterior executivo qualquer situação igual ou parecida, e havia muitas, era imediatamente alvo de reprovação por quem a gora está no executivo, como é A Cristas?
O concurso foi aberto em Maio de 2011 antes da tomada de posse do actual governo. Se não fez inspecções, intrução de processos disciplinares, etc, se o júri for honesto não será admitido.
Isto mais ministro (a) menos ministra , pouco importa. O País perdeu a sua soberania : económica,politica , financeira ,etc. Resta-nos apenas esperar pelo dia em que um qualquer estrangeiro venha cá dirigir o escritório
Continuamos sem rei nem roque,os politicos fazem o que querem e que lhes apetece e não lhes acontece nada e têm o descaramento para arranjar desculpas parvas depois de serem apanhados o mal é que o povo se esquece facil
Por amor de Deus, alguém ainda acredita que esta senhora vem fazer alguma coisa de jeito? Não é com passeatas pelos campos, sempre bem acompanhada, que se resolve os problemas da lavoura. Só lá vai com Portas c/seu boné
Que dizer? . Continuem a orientarem-se mas, por favor, sejam mais discretos, deixem de nos tratarem como um POVO estúpido. Até parece que só voçês do (DES)GOVERNO é que andaram a estudar.
Começa muito mal, D. Assunção Cristas, ao aceitar as suas próprias contradições de 'não se aceitam candidatos já integrados' e dizer que a cena deste 'foi legal e transparente'. Vi logo que a cara não condiz com a careta
isto é uma vergonha nacional compactuar com este tipo de gente trapaceira e ate fica mal á ministra da agriculta que é advogada.
no melhor pano cai a nodua.
Continuamos sem rei nem roque,os politicos fazem o que querem e que lhes apetece e não lhes acontece nada e têm o descaramento para arranjar desculpas parvas depois de serem apanhados o mal é que o povo se esquece facil
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O concurso foi aberto em Maio de 2011 antes da tomada de posse do actual governo. Se não fez inspecções, intrução de processos disciplinares, etc, se o júri for honesto não será admitido.
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