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Empurrada e agredida por Nuno Inácio, Magda perdeu um bebé, com dois meses de gestação, há cerca de ano e meio, e foi aí que decidiu separar-se do agressor. Foi o segundo feto que não aguentou a violência física e psicológica sofrida pela jovem na casa onde vivia o casal, no Bombarral. Nuno jurou vingar-se da separação, perseguindo e ameaçando não só a jovem de 20 anos, mas também toda a sua família. No domingo à noite, cumpriu a promessa e matou Magda à catanada. Estava grávida de oito meses, de outro homem, militar da GNR.
"O Nuno ficou completamente louco, à procura da minha irmã. Já podiam ter dois filhos, mas como ele era violento ela acabou por não conseguir aguentar e abortou duas vezes", lamentou ao CM o irmão, Pedro Dionísio.
Destroçado com a tragédia que se abateu sobre a família, Pedro contou que os pais não conseguem conter as lágrimas - foram também esfaqueados a tentar proteger a filha. "A minha mãe diz que a culpa é dela. Está traumatizada com o crime e já nem quer voltar para casa", confidenciou. Carlos Dionísio, pai. 57 anos, é o que inspira mais cuidados. As facadas perfuraram--lhe os intestinos e o pulmão. "Só deve ter alta daqui a três meses. A minha mãe é que já deve sair do hospital em breve", acrescentou.
Ao todo, a família Dionísio fez quarenta e sete participações de agressão e ameaças nos postos da GNR do Bombarral e do Cadaval. Incapaz de superar os ciúmes, Nuno Inácio, que se enforcou depois de matar a ex-companheira, foi proibido pelo tribunal de estar a menos de 300 metros de Magda.
"Ele tinha ajuda de um militar da GNR do Bombarral, que sempre o manteve a par de onde estava a minha irmã. Aliás, ele está envolvido num dos processos", referiu Pedro.
O funeral da jovem assassinada vai realizar-se amanhã, no Cadaval. O feto de oito meses vai ser enterrado ao lado. "O caixão não vai poder ser aberto na igreja, porque a minha irmã tem uma parte da cara completamente cortada e o ventre está vazio. Ele deu-lhe muitas facadas na barriga mesmo para matar a minha irmã e não deixar o feto sobreviver", concluiu Pedro Dionísio.
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Nem tudo é o que pareçe...o indevido batia na jovem fez com que ela aborta se 2x e matou a jovem a catanada e o feto,ainda ataca os pais da jovem!Nem tudo é o que pareçe?? Nada justifica isto!
Nos ultimos doze meses houve cerca de 40 mortes de mulheres por violência doméstica. Oh alma do dr. Oliveira Salazar : Porque é que no teu tempo não era assim ?
Não vejo qual é a culpa da polícia. O que é inadmissível é os tribunais não darem uma resposta célere às inúmeras queixas, talvez com o julgamento rápido dos flagrantes delitos, como é proposto pela ministra, se melhore.
Este é o resultado das políticas socialistas. Este indivíduo era violento, recusava tratamento psiquiátrico e as queixas apresentadas só teriam provimento se "em flagrante delito". Aos delinquentes, só direitos!
Antes ou depois dela lhe ter roubado o $ todo que ele tinha? Nada justifica o que ele fez mas devemos sempre saber os 2 lados da história... Nem tudo é o que parece.
Os catedráticos da reinserção social, as técnicas de assistência social, policia, esta tralha toda de incompetentes q só sabe esperar pelo fim do mês e arreguicharem-se quando é para protestar, esses é q deviam ter ido..
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