Foto Sérgio Lemos
De jeans rasgados, Axl Rose reconciliou-se com o público logo à segunda canção, ‘Welcome to the Jungle’
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07.10.2010  00:30
Atlântico vibra após longa espera
Muito atrasado. Conhecido pelas demoras em subir ao palco, Axl Rose voltou, ontem à noite, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, a não cumprir os horários e só às 23h00 entrou em cena – quando era previsível que o fizesse pouco depois das 21h00. Dos aplausos passou-se aos assobios e o serão, que previa mais de duas horas de grandes êxitos, ficou em aberto... Mais uma grande excentricidade, compensada com a entrada ao som de ‘Chinese Democracy’.

O artista lá dominou o espaço, depois de vários acordes de expectativa. De jeans rasgados, casaco prateado e chapéu preto, Axl Rose atirou-se num arranque poderoso, reconciliando-se com o público à segunda canção: ‘Welcome to the Jungle'.

A plateia voltou à tranquilidade, após duas horas de desconforto. Dos 20 aos 50 anos e até alguns adolescentes pelo meio. Assim se fez a assistência de cerca de 15 mil pessoas, que queriam testemunhar o regresso dos Guns, chegando de forma ordeira ao Pavilhão Atlântico, no Parque das Nações, depois de passarem a apertada segurança. A faixa etária denunciou, desde logo, que o sucesso dos ídolos dos anos 90 ainda encontra eco junto das novas gerações.

Axl Rose já tinha pregado partidas nas anteriores visitas a Portugal: no Estádio de Alvalade, em 1992, foi atingido por uma garrafa e recusou--se a continuar a cantar.

Do alinhamento previsto do espectáculo, todos os presentes esperavam, com maior ansiedade, os grandes hits da banda. Temas como ‘November Rain', ‘Sweet Child O' Mine' e ‘Don't Cry' - que chegaram ao Top 10 da Billboard - ainda são, como há 20 anos, os maiores êxitos .

Antes, na primeira parte, Sebastian Bach de tudo fez para aquecer os motores da plateia. O canadiano agitou a cabeleira loura e puxou pelo público. Rendido depois da espera.

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